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A Grife do Sabor
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domingo, 8 de junho de 2014

Panna Cotta de Caramelos - Anabela Sousa / Vinho do Porto Collector Reserva - Ramos Pinto (Portugal)


                                                                                                Receita adaptada de Anabela Sousa
    

Ingredientes

12 caramelos blandos/ soft cream toffees da Werther's Original por exemplo (Balas de Caramelo)
400 ml de natas
200 ml de leite (foi usado o leite meio-gordo Terra Nostra)
6 folhas de gelatina incolor
Granulados de chocolate negro q.b. (foi usado o Multi-Deco da marca Vahiné)

Modo de Preparo

Junte o leite com as natas e os caramelos, leve ao processador de alimentos e bata até que os últimos pedaços se desfaçam. Leve o preparado ao fogo brando, mexendo com uma vara de arames (Batedor de Omelete) até que obtenha um creme homogéneo e uniforme.
Enquanto isto, dissolva as folhas de gelatina num pouco de água por 5 minutos. Assim que o preparado de caramelos ferver, desligue o fogo e adicione as folhas de gelatina escorridas, envolvendo muito bem.
Distribua o preparado por tacinhas/formas, deixe esfriar um pouco e leve à geladeira por 3 horas.
Desenforme com cuidado e decore com granulados de chocolate.

Sugestão de Harmonização



Collector Reserva

Tipo: Vinho do Porto tinto
Descrição: Tinto doce
Região: Porto (Douro)
Composição: Mistura de castas proveniente de vinhas velhas tradicionais portuguesas.
Graduação Alcoólica: 19,5%
Estimativa de Guarda: 50 anos
Conteúdo 75 cl / 750ml

Temperatura Ideal: 16ºC a 18ºC
Harmonização: Carne de Caça, Queijos, Chocolate, Frutas, Doces e Sobremesas.


sexta-feira, 23 de maio de 2014

10 motivos para escolher Vinho Branco

Se você é daquelas pessoas que só bebe vinhos tintos, está na hora de rever seus conceitos.










Várias vezes já ouvi a frase: "Não entendo muito de vinho, mas uma coisa eu já aprendi: vinho bom é vinho tinto". A afirmação é um lamentável equívoco. O pouco prestígio que os vinhos brancos ainda gozam no brasil é um fenômeno incompreensível para a maioria dos produtores estrangeiros que visitam o País. Afinal, nosso clima é majoritariamente tropical e os peixes, frutos do mar, frutas e saladas têm papel importante em nossa culinária.
hoje a oferta de brancos importados já é grande, com qualidade, preço atraente e diversidade.      O consumidor já reconhece isso e aos poucos os caldos amarelos entram na moda, embora ainda exista muito preconceito. Esta "brancofobia" só pode ser entendida com uma análise do histórico da evolução do nosso mercado.
Nos anos 70, a mania foi o rosado português Matheus Rosé, frisante e semi-doce. Nos anos 80, dominaram os alemães e pseudo-alemães da garrafa azul, cuja intensidade do consumo foi inversamente proporcional à qualidade. Como conseqüência, associou-se qualquer vinho branco àqueles caldos açucarados intragáveis.
Atualmente estão em voga os tintos super-encorpados, super-alcoólicos, super-madeirados e, muitas vezes, também super-caros. Todavia, os verdadeiros amantes do nobre fermentado não se dividem em bebedores de vinhos tintos ou brancos. São apenas apreciadores de produtos de categoria. E ela não se exprime na cor do vinho, mas sim na qualidade intrínseca ao líquido, dentro de seu estilo.
A primazia dos tintos chegou ao extremo de motivar alguns vitivinicultores brasileiros a arrancar vinhas de castas brancas para plantar tintas no lugar. Os rubros também contribuem com cerca de 80% do volume dos vinhos de mesa importados para o brasil. Outros fatores que explicam a preferência pelos tintos são: a pouca oferta de brancos nacionais de bom nível e a associação dos tintos à saúde.
A revista ADEGA, como sempre, esclarece de maneira simples, informativa e objetiva. Elencamos dez motivos e dicas para você descobrir e melhor apreciar os vinhos brancos:

1. Clima: Na maior parte do brasil, na maior parte do ano, a temperatura pede vinhos mais refrescantes, mais leves ao palato e a digestão e servidos a temperaturas mais baixas.

2. Saúde: que nossa bebida favorita faz bem, sobretudo os tintos, sabemos. Mas isto não deveria ser um argumento para o abandono dos brancos. Não esqueçamos que o "paradoxo francês" (baixo índice de problemas causados pelo colesterol em um país de alto consumo de gorduras saturadas) vem da nação que produz os maiores brancos do mundo. quem quiser uma justificativa para se conceder o prazer dos vinhos brancos, já tem: recentemente, cientistas do departamento de anatomia humana da universidade de Milão comprovaram que substâncias contidas nos brancos reduzem a tendência a doenças como artrite reumática e osteoporose.

3. gastronomia: Na hora de harmonizar vinhos e pratos, os brancos são bem mais versáteis e combinam com uma gama muito maior de pratos. O tanino dos tintos pode ser um fator complicador, pois pode "brigar" ou se sobrepor a uma série de ingredientes e receitas, o que não acontece com os brancos. Além de saladas, frutos do mar e doces, os brancos são ideais com: aspargos, choucroute, cozinha chinesa, cozinha japonesa, cozinha tailandesa, curries, escargots, foie gras (escalope e terrine), rãs. Conforme a receita, também podem ser a melhor escolha para o risoto, pato, vitela e presunto cru, por exemplo.

4."Queijos e Vinhos" e Fondue: Na hora do seu "queijos e vinhos", os brancos também são mais versáteis, pois combinam com uma gama muito maior de queijos. Para as receitas de fondue de queijo, em geral, os vinhos brancos estruturados e com boa acidez, como o Riesling, são os mais indicados.

5. Serviço correto: Apreciar um bom branco exige um serviço correto. Taças ovaladas são importantes para valorizar os aromas do vinho, e a temperatura certa é fundamental para que ele mostre seu frescor. quem prova brancos quentes tem todo motivo para não gostar deles. Temperatura para servir: cerca de 6ºC a 8ºC os brancos doces (Sauternes, Moscato, Tokaj); de 8ºC a 10ºC os brancos suaves e alguns brancos secos (gewurztraminer, Vinho Verde, Muscadet, Vouvray, Sancerre, Orvieto, Chanin blanc); de 10ºC a 12ºC os brancos mais secos (borgonhas, Chablis, bordeauxs brancos, Jerez fino, Riesling, Soave, Verdicchio, Chardonnays e Sauvignon blancs em geral); 12ºC a 14ºC para grandes brancos secos com mais idade.

6. Bom gosto e bom senso: O "bom gosto" a que nos referimos é ter o bom senso de servir o vinho adequado a cada ocasião, a cada prato e a cada ambiente. Sabemos que ir de sobretudo à praia, por exemplo, ou dormir de smoking, ou ir de biquíni à opera no Theatro Municipal está fora do bom senso. Assim é com o vinho. Cada tipo de vinho tem seu momento, a sua hora. Para quem pede tinto sempre, independente do prato ou da ocasião, experimente um bom branco na hora certa e faça o teste.

7. estilos: Existe uma ampla gama de vinhos brancos para vários paladares e várias ocasiões. Podem ser doces, meio-doces ou secos; florais, frutados, barricados (fermentados em madeira e, portanto, com aromas de baunilha, tostados etc); leves ou encorpados. Como exemplos de brancos leves, podemos citar: Vinhos Verdes, Sauvignon blanc, Pinot grigio, Torrontés e Chablis AOC. Entre alguns mais encorpados estão: vinhos barricados (fermentados em madeira) em geral, Rieslings, Chardonnay, Alvarinhos (alguns são barricados), brancos do Rhône (Chateauneuf-du-Pape, Condrieu), Chablis grand Cru.

8. Brancos de guarda: é verdade que como regra geral brancos não envelhecem, mas existem muitas exceções. bordeaux de maior estirpe, borgonhas e Chablis 1er Cru e grand Cru, os melhores Rieslings de vários países, Sémillons australianos do hunter Valley, são brancos que podem viver mais de uma década sem problemas e lhe dar grandes alegrias na hora de apreciá-los. Os vinhos doces em geral são bastante longevos e vivem décadas.

9. A cara do Brasil: O vinho branco combina não apenas com nosso clima, mas também com o temperamento expansivo da população, o que sugere uma maior afinidade com a fragrância dos brancos do que com os tintos mais sérios e cerebrais. é um dos caminhos para o aumento de consumo desta bebida no brasil.

10. diversidade: um dos maiores encantos do vinho é sua diversidade. Normalmente, quem gosta de vinho gosta de experimentar e está sempre em busca de novos sabores. Para quem só degusta tintos, conti-nue a apreciá-los, mas dê uma chance aos brancos, pois abdicar deste estilo é abrir mão de uma grande parte da produção mundial desta bebida, de muitas descobertas e bons momentos.

                                                                                                                                                                        Fonte: Adega

domingo, 11 de maio de 2014

Salada Vermelha com Molho de Mostarda Balsâmica - Adriano Ramos Pinto (Portugal)

                                                                                                                     Salade rouge à la moutarde balsamique Sauce
                                   
Ingredientes

250 gr de morangos fatiados
250 gr de uvas vermelhas fatiadas
1 cebola roxa picado
1 tomate picado
1 pimentão amarelo picado
1/2 abacaxi picado
1/4 xícara de coentro picado
1 colher de chá de sal
1 colher de chá de mel
1 colher de sopa de mostarda
3 colheres de sopa de vinagre balsâmico
5 colheres de sopa de azeite

Modo de Preparo

Misture o vinagre com o mel, a mostarda e o sal. 
Adicione o azeite e misture bem. 
Combine o restante dos ingredientes e regue com o molho. 
Sirva em seguida

RENDIMENTO DE  3 A 4 PORÇÕES
TEMPO DE PREPARO 6 MINUTOS


Sugestão de Harmonização
Sommelier Sergio Mendes



Porto Ruby

Tipo: Vinho do Porto
Descrição: Tinto doce
Região: Porto(Douro)
Composição: Touriga Franca e Tinta Barroca
Graduação Alcoólica: 19,5%
Estimativa de Guarda: 15 anos
Conteúdo: 75cl / 750ml

Temperatura Ideal: 16ºC a 18ºC
Harmonização: Carne de Caça, Foie Gras, Queijos, Frutas, Doces e Sobremesas


Oferecimento: