Patrocínio

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A Grife do Sabor

terça-feira, 30 de maio de 2017

Umami, o mistério do paladar

Normalmente entendemos o paladar nos campos Doce, Salgado, Amargo, e Azedo. É muito curioso quando nos deparamos com algum sabor que não fica claro em qual destes campos do paladar se encontra. Isso costuma acontecer quando degustamos alguns queijos, e até com o sushi. Aquele sabor meio doce e salgadinho com um pouco de azedinho e amargor é onde o mistério do Umami se apresenta. A palavra Umami tem origem no idioma Japonês, e poderia ser traduzido como "Delicioso Sabor".

Tecnicamente o Umami é uma sensação agradável transmitida pelo aminoácido glutamato e por enzimas chamadas inosinato e guanilato. Estes aminoácidos são encontrados em alimentos como o tomate, presunto cru, brócolis, aspargos, ovos, cogumelos, assim como em carnes, aves e peixes. Este sabor foi descoberto e estudado pelo pesquisador japonês Kikunae Ikeda em 1908. Mesmo este sabor sendo apresentado para a comunidade científica tanto tempo atrás, ele só foi aceito e teve comprovação válida no século XXI.

Os alimentos Umami estimulam uma produção de saliva e provocam uma sensação aveludada no paladar. O sabor é sutilmente percebido após o impacto do salgado, e acaba sendo bem mais persistente no paladar. Existem receptores específicos na língua humana para o aminoácido glutamato e esta descoberta desencadeou a comprovação científica de que Umami é um sabor presente em diversos tipos de alimentos, e que se manifesta através deste aminoácido presente em muitos alimentos, e perceptível nos receptores conhecidos cientificamente como mGluR4.
O especialista em vinhos da escola inglesa WSET (Wine & Spirit Education Trust), e integrante do programa de estudos do Institute of Masters of Wine, Bernardo Silveira, explica: 
"nos cursos e oficinas de degustação, falo de umami desde a primeira vez que dei aula sobre vinhos, em 2006. São dois objetivos principais: chamar a atenção das pessoas para as sutilezas do vinho e da comida e fazê-las perceber um elemento importante da harmonização, que, por ser sensação pouco óbvia, muitas vezes passa despercebida."  

Não que o umami esteja presente no sabor do vinho, mas está ligado diretamente aos aromas da bebida. Uma coisa divertida é buscar este paladar no retrogosto dos vinhos e dos pratos harmonizados. Este é um elemento que transforma as experiências gastronômicas em um deleite de alquimia sensorial. 

VOCÊ SABIA?
O PARMESÃO É O ALIMENTO COM MAIOR CONCENTRAÇÃO DO GOSTO UMAMI, POSSUI ENTRE 1200 E 1680 mg DE GLUTAMATO LIVRE PARA CADA 100g DO QUEIJO.


Fontes:

M de Mulher
Tintos e Tantos

Portal Umami

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Sorrentino de Salmão acompanhado pelo Vinho Verde Valemesio




Hoje o Vinho VIP vai sair do convencional. Muitos estão acostumados com alguns "mantras do vinho, como a velha lógica de que "Massa vai com vinho tinto" e "Frutos do Mar só com Vinho Branco". Hoje vamos misturar as estações. A Massa dessa vez é com recheio de Salmão, e com Molho de Tomate. A harmonização será com um Vinho Verde, legítimo representante de Portugal. Normalmente o Vinho VIP publica a receita, mas como encontramos no mercado um excelente Sorrentino Congelado da Zaccaron Alimentos, a praticidade falou mais alto. O Valemesio é um vinho verde com bons aromas de frutas cítricas que conjuntamente com a acidez no paladar proporciona uma experiência refrescante em harmonia com os sabores do Sorrentino de Salmão com Molho de Tomate, ambos da marca Zaccaron.


O Valemesio é um Vinho Verde que deve ser consumido em temperatura abaixo de 8ºC para que seja melhor apreciado e proporcione maior refrescância. O Valemesio é um vinho da Região Demarcada dos Vinhos Verdes feito das castas de uvas Loureiro, Azal, Arinto, e Trajadura. Este é um vinho de baixa graduação alcoólica.
O Valemesio é um Vinho Verde importado exclusivamente pela ÉDOURO no Brasil, e distribuído pela Holding All Confiance Group , que também tem operações da marca Zaccaron Alimentos, que produz o Sorrentino de Salmão e o Molho de Tomate.

contato@allconfiance.com.br
(22) 2621 9964

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Escolher um Vinho: um desafio para iniciantes e especialistas



Muita gente perde bons minutos, e até algumas horas para analisar opções de vinhos até chegar numa conclusão de qual é a melhor escolha. Os vinhos têm uma infinidade de parâmetros importantes que influenciam muito na hora da escolha. Normalmente o preço é um dos primeiros aspecto analisados. A sequência mais comum é análise de preço, origem, prato harmonizado e ocasião. Geralmente a escala de preço está subordinada ao momento em que se pretende degustar este vinho. Ocasiões especiais tendem a provocar uma compra de vinhos mais caros. Porém, em um evento como um casamento, para atender ao consumo de muitas pessoas se busca uma relação de preços que garanta um vinho de qualidade e presença, dentro de um custo menor. Quanto menos informação a gente tem sobre um vinho, mais influência o design da garrafa tem para determinar o vinho escolhido. Quando o vinho se destina a ser um presente, este aspecto estético costuma ter mais influência ainda. O Clube do Vinho de Portugal fez uma lista para conduzir este processo de escolha, ficou muito interessante esta sequência:


A ocasião e/ou a refeição em que será servido o vinho, pode ser o principal guia para a sua escolha. Embora cada vez mais discutida, a regra de ouro – tinto para pratos de carne e branco para pratos de peixe – continua a valer e é um bom começo quando estiver frente a frente com centenas de garrafas! Porém, não tenha receio de inovar – afinal um vinho não é para ser bebido, é para ser apreciado!
O preço é um factor que pode perfeitamente orientar a escolha de uma garrafa de vinho, existindo garrafas que vão de poucos, a dezenas ou até mesmo centenas de euros… e tudo na mesma prateleira! Como saber? Claro que uma garrafa de vinho que custe €20 terá de ser obviamente de maior qualidade quando comparada com uma de €5, mas isto não quer dizer que a mais barata seja horrível! Se ainda é um amador na questão dos vinhos e não tem a certeza absoluta do que está a fazer, escolha o mais barato para depois não “chorar o prejuízo”. Se, por outro lado, não tiver nada a perder, experimente um vinho mais caro – já diz o velho ditado “quem não arrisca, não petisca”!
A graduação alcoólica, mais ou menos elevada, é outra característica que pode ajudar na decisão por este ou aquele vinho. O grau de álcool visível no rótulo da garrafa em forma de percentagem, corresponde ao número de litros de álcool por cada 100 litros de vinho. Na prática, um vinho com uma percentagem mais elevada é mais “encorporado”, mais forte; enquanto um vinho com uma percentagem de álcool reduzida é, naturalmente, menos “encorporado”, ou seja, mais leve.
Outra dica interessante para quem quer escolher um vinho irrepreensível, é estar atento à classificação do vinho, uma informação que pode ser igualmente encontrada no rótulo. No caso dos vinhos portugueses, a designação de qualidade elevada é o VQRD/DOC (Vinho de Qualidade Produzido em Região Determinada/Denominação de Origem Controlada); nos rótulos franceses consta o AOC (Appellation d’Origine Contrôlée) e nos italianos o DOC (Denominazione di Origine Controllata) e as DOCG (Denominazione di Origine Controllata e Garantita). Se estiver atento a um detalhe tão importante como este, ficará certamente bem servido!
Procure uma garrafeira ou loja gourmet com pessoas especializadas que possam ajudá-lo na escolha das suas primeiras garrafas ou na compra de um vinho para uma ocasião especial. Veja com calma, faça as perguntas que quiser e não desespere na busca de uma boa garrafa de vinho – a escolha deve ser o início dos muitos prazeres associados ao maravilhoso mundo dos vinhos. Porém, não deixe ninguém pressioná-lo durante o processo de escolha, obrigando-o a comprar esta ou aquela marca, ou a gastar mais dinheiro do que pensava.
Aproveite os convívios em torno de uma boa mesa (e vinho!) para trocar opiniões com familiares e amigos sobre os vinhos que tenham degustado nos últimos tempos e faça uma nota mental ou mesmo escrita daqueles que lhe parecem adequados ao seu gosto.
Mantenha uma lista dos vinhos que mais apreciou e, porque não, daqueles que definitivamente não quer voltar a comprar! Inclua notas sobre o que gostou mais e menos, a reacção das pessoas a quem foi servido e o preço. Com uma selecção pessoal e actualizada de vinhos aprovados e desaprovados, as próximas compras serão bem mais fáceis!
Mas não se limite à sua lista, sempre que possa vá experimentando vinhos de regiões, países ou anos diferentes… afinal de contas, se não come a mesma comida todos os dias, porque é que há-de beber sempre o mesmo vinho? Metade do prazer está no experimentar, até porque o vinho pode proporcionar-lhe viagens por todo o mundo!
Para se tornar num verdadeiro expert, existem várias ferramentas úteis que o possam orientar na magnífica aventura pelos sabores e aromas dos vinhos: desde revistas e sites especializados, passando pelos blogues, a experiências mais práticas, como os cursos de degustação de vinho ou as feiras e provas de vinho que já se realizam com alguma frequência um pouco por toda a parte, estando integradas no cada vez mais popular enoturismo.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Pacheca Colheita e Animus acompanhados pela super dica de Queijos Kroon.


A página dos queijos Kroon no facebook sempre oferece ótimas dicas, e o Vinho VIP também acompanha e segue esta grande fonte de informações e referências. Complementando duas dicas recentes, trouxemos uma sugestão de vinho para o acompanhamento do Queijo Maasdan em cubos com tomate cereja, e também o Queijo Maasdan com Filé-mignon em cubos. Fica interessante a combinação dos cubos de queijo e filé em palitos ou pequenos espetos como petisco. As duas dicas podem se tornar um mesmo prato de entrada, com uma ótima gama de sabores. Os vinhos que acompanhariam bem este prato de entrada são o Pacheca Colheita e o Animus, ambos da Região do Douro, em Portugal. Esta combinação de Filé, Queijo Maasdan e Tomate Cereja harmoniza melhor com o vinho Animus, e o Pacheca Colheita Tinto seria interessante para uma sequência desta harmonização, fazendo uma degustação informal e despretenciosa vir a se tornar uma rica experiência para o paladar.


O vinho tinto Pacheca Colheita é produzido pela Quinta da Pacheca, que é um dos melhores destinos do enoturismo mundial. Este vinho consegue transformar qualquer evento em uma grande ocasião. Os vinhos da Quinta da Pacheca estão na carta do restaurante parisiense "L'Atelier de Joël Robuchon" que pertence ao próprio Joël Robuchon, o Chef com o maior número de estrelas Michelin do mundo. O vinho tinto Animus também é digno de muito prestígio, assinado pelo renomado enólogo lusitano Vicente Leite de Faria, este vinho foi Medalha de Ouro no Concurso Mundial de Bruxelas, fez 90 pontos, recebendo Medalha de Prata no Decanter World Wine Awards, e ainda conquistou a Medalha de Bronze no Internacional Wine Challenge. Este é um vinho que está sempre no topo, entre os melhores do mundo a cada safra.    


Um bom vinho faz os bons momentos. Este é o lema da ÉDOURO, a empresa que tem a importação exclusiva destes grandes vinhos, que são distribuídos pela All Confiance Group
contato@allconfiance.com.br

domingo, 15 de janeiro de 2017

Vinho & Sushi: Harmonizações na Culinária Japonesa




A Culinária Japonesa é sem dúvida uma mania brasileira na atualidade, e o vinho está caminhando neste mesmo rumo. Muitos dos apreciadores de ambos, por várias vezes se deparam com um dilema. Qual vinho acompanha o sushi?

Recentemente a página Vinho VIP trouxe a questão no facebook numa publicação sobre o vinho Verdisa Rosé. A publicação tinha o intuito de apresentar a versatilidade deste vinho rosé da região do Minho, em Portugal. O título é Vinho com Harmonização do Churrasco ao Sushi, que despertou muita curiosidade e se tornou matéria na página 46 da Revista e TV City Tour, em sua 10ª edição de abertura do verão. 

A grande questão merecia mais respostas, e por isso apresentamos estas opções de vinhos de Portugal para acompanhar a Culinária Japonesa.


1 - A linha de vinhos Afectus é muito elogiada, e super exclusiva. Sua origem é a Região do Minho, em Portugal. Produzida pela Quinta de Curvos, uma vinícola com mais de 400 anos de História, a linha de Vinhos Verdes Afectus tem duas ótimas opções para acompanhar a Culinária Japonesa. O Afectus Rosé, e o Afectus Branco.


2 - O vinho Verdisa Rosé dispensa maiores apresentações, e já está sendo muito comentado, tanto pela sua versatilidade, quanto por sua elegância. Este é um vinho que já foi devidamente apresentado na publicação da Harmonização do Churrasco ao Sushi. Mas faltou falar sobre o Verdisa Branco. Existem muitos sabores escondidos nos pratos quentes da Culinária Japonesa que o Verdisa Branco ajuda a despertar.


3 - Portão da Eira é um vinho que merece grande destaque, este é um Vinho Verde D.O.C. de Colheita Selecionada que se apresenta como um nobre acompanhamento para os pratos da Culinária Japonesa, assim como pode ser apreciado em substituição ao Saquê, já que tem uma acidez num espectro equilibrado de sabores, e aromas.    



4 - Vinha dos Ingleses é uma linha de Vinhos Verdes que se diferencia muito do convencional, com seus aromas cítricos e frutados, Vinha dos Ingleses Branco é mais adequado aos pratos quentes, e Vinha dos Ingleses Rosé acompanha melhor os pratos frios. Ambos têm suas uvas colhidas a mão, prensadas rapidamente evitando oxidação e potencializando seus aromas e sabores, que são preservados por seu processo de fermentação ser conduzido em baixa temperatura.


5 - Castro Velho é um vinho que apresenta uma das melhores relações custo/benefício do mercado. Este é um vinho leve, frutado e muito equilibrado. Acompanha bem qualquer prato com base em peixes.

  


Os vinhos das linhas Verdisa e Vinha dos Ingleses são produzidos pela Quinta dos Ingleses, e estão respectivamente na posição 2 e 4.

Os vinhos da linha Afectus são produzidos pela Quinta de Curvos, e estão na posição 1.

Os vinhos da linha Castro Velho e Portão da Eira são produzidos pela Caves do Monte, e estão respectivamente na posição 3 e 5.


Todos esses vinhos são importados pela ÉDOURO e distribuídos por All Confiance Group

 contato@allconfiance.com.br



 





terça-feira, 3 de janeiro de 2017

VOL-AU-VENT, acompanhado pelo Vinho Prova Cega D.O.C.

Ingredientes:
 

8 Vol-au-vent já prontos (Massa folhada assada em pequenas rodelas)
  
150 g de mortadela defumada Ceratti (1 fatia grossa)

150 g de presunto cozido Ceratti

100 G Queijo de Parmesão Calcar Uruguaio (em lascas ou ralado)

2 colheres de creme de leite Aviação

1 colher de sopa de massa de tomate

1/2 alcachofra em conserva




Preparação:

 Aqueça o creme de leite em uma panela, a massa de tomate, o presunto picado e a mortadela cortada em cubos pequenos.  Adicione o parmesão calcar (em lascas ou ralado) e cozinhe em fogo baixo por pouco menos de 10 minutos.  Despeje a mistura na massa folhada em forma de escudos. Arrume em um prato de servir com uma fatia de alcachofra no centro.

Harmonização:


Vinho Tinto Prova Cega D.O.C. da Região do Douro, Portugal. 
Produzido na Região Demarcada do Douro, com as castas tradicionais Tinta Roriz, Barroca e Touriga Nacional, Touriga Franca, Sousão. Este é um vinho complexo, com predominância de frutas vermelhas e toque de especiarias. Acompanha muito bem pratos com carnes vermelhas, embutidos, e queijos. Deve beber-se a uma temperatura entre os 16ºC e 18ºC. 

O vinho tinto Prova Cega D.O.C. é produzido pela vinícola Quinta de Curvos, importado para o Brasil pela ÉDOURO e distribuído por All Confiance Group Wine & Food.

 allconfiancegroup@gmail.com

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Bacalhau com Requeijão Aviação acompanhado pelo vinho Alma da Vinha D.O.C.

Ingredientes: 


- ½ quilo de lascas de bacalhau já dessalgadas;

- 1 colher de sopa de amido de milho;

- 2 colheres de sopa de salsa picada; 


- 1 colher de suco de limão; 


- 3 colheres de sopa de óleo; 

- 2 e ½ xícaras de chá de leite Leitíssimo; 

- 1 xícara de chá de Requeijão Aviação; 

- 2 cebolas médias cortadas em rodelas finas; 

- 2 tomates picados (sem pele e semente); 

- 2 cubinhos de caldo de galinha; 

- 1 gema.

Modo de Preparo:
Cortar as lascas de bacalhau em cubos regulares. Refogar a cebola em óleo quente, juntar o tomate e mexer para desmanchar. Acrescentar o bacalhau, 2 xícaras de leite e o caldo de galinha. Tampar a panela e cozinhar em fogo baixo por 15 minutos. Juntar o amido de milho desmanchado no leite restante, o suco de limão, a salsa e o requeijão, mexer com cuidado, por alguns minutos. Servir ainda quente. Bom Apetite!!!

Harmonização:

Vinho Tinto Alma da Vinha D.O.C. da Região do Douro, Portugal
Produzido na Região Demarcada do Douro, com as castas tradicionais Tinta Roriz e Touriga  Franca, este vinho com aromas a fruta vermelha e madura, apresenta-se muito equilibrado em todos os seus elementos de prova. Acompanha muito bem todos os pratos de carnes grelhadas ou bacalhau. Deve beber-se a uma temperatura entre os 16ºe 18ºC. 

O vinho tinto Alma da Vinha D.O.C. é produzido pela vinícola Caves do Monte, Importado para o Brasil pela ÉDOURO, e distribuído pela All Confiance Group Wine & Food 

allconfiance@gmail.com

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Rolinho Light de Peito de Frango harmonizado com Vinho Verde Portão da Eira



Ingredientes:


- Alface lisa (Ou Rúcula) 

- 150g de Peito de Frango Light Ceratti

- 150g de mistura do Requeijão Aviação Light com Ricota Aviação

- Cenoura ralada a gosto




Modo de Preparo:

1º Etapa - Misture e reserve o Requeijão Aviação Light com a Ricota e a Cenoura Ralada.

2º Etapa - Lave bem a alface, tire e reserve tiras da nervura e os talos, enrole cada folha em meia fatia de Peito de Frango Light Ceratti recheada com a mistura de Requeijão Aviação Light com a Ricota Aviação e a Cenoura Ralada .

Opção de Finalização - Utilize as tiras ou nervuras de alface para amarrar os rolinhos, ou espete palitos para fixar.

Este é um prato de entrada para servir fresco e harmoniza com o vinho verde Portão da Eira D.O.C. da Região do Minho, em Portugal. 




O vinho verde Portão da Eira D.O.C. é produzido pela vinícola Caves do Monte, Importado para o Brasil pela ÉDOURO, e distribuído pela All Confiance Group Wine & Food.

allconfiance@gmail.com

domingo, 18 de dezembro de 2016

Vinho com Harmonização do Churrasco ao Sushi. Vinho Verdisa Rosé

         Pelo seu frescor, o Vinho Verdisa Rosé entra muito bem como aperitivo e combina com o clima tropical. Este vinho é da Região do Minho em Portugal, onde se produz os vinhos de melhor harmonização para os sushis, sashimis e outras delícias da culinária japo­nesa. A Região do Minho é a segunda Região de vinhos mais consumidos em Portugal, abaixo ape­nas dos alentejanos, mas tem tudo para cair no gosto do brasileiro. O surpreendente é que este elegante Vinho Rosé é muito adequado ao paladar brasileiro, já que harmoniza com pratos como nosso típico churrasco. Além do Verdisa Rosé ser adequado ao paladar e ao clima brasileiro, ele pode ser consumido na mesma temperatura e ocasião em que habitualmente se consome a cerveja. O Vinho Verdisa Rosé é produzido pela Quinta dos Ingleses, Importado para o Brasil pela ÉDOURO, e distribuído pela All Confiance Group                         
Aproveite o melhor do verão com os melhores vinhos e as melhores harmonizações

domingo, 8 de junho de 2014

Panna Cotta de Caramelos - Anabela Sousa / Vinho do Porto Collector Reserva - Ramos Pinto (Portugal)


                                                                                                Receita adaptada de Anabela Sousa
    

Ingredientes

12 caramelos blandos/ soft cream toffees da Werther's Original por exemplo (Balas de Caramelo)
400 ml de natas
200 ml de leite (foi usado o leite meio-gordo Terra Nostra)
6 folhas de gelatina incolor
Granulados de chocolate negro q.b. (foi usado o Multi-Deco da marca Vahiné)

Modo de Preparo

Junte o leite com as natas e os caramelos, leve ao processador de alimentos e bata até que os últimos pedaços se desfaçam. Leve o preparado ao fogo brando, mexendo com uma vara de arames (Batedor de Omelete) até que obtenha um creme homogéneo e uniforme.
Enquanto isto, dissolva as folhas de gelatina num pouco de água por 5 minutos. Assim que o preparado de caramelos ferver, desligue o fogo e adicione as folhas de gelatina escorridas, envolvendo muito bem.
Distribua o preparado por tacinhas/formas, deixe esfriar um pouco e leve à geladeira por 3 horas.
Desenforme com cuidado e decore com granulados de chocolate.

Sugestão de Harmonização



Collector Reserva

Tipo: Vinho do Porto tinto
Descrição: Tinto doce
Região: Porto (Douro)
Composição: Mistura de castas proveniente de vinhas velhas tradicionais portuguesas.
Graduação Alcoólica: 19,5%
Estimativa de Guarda: 50 anos
Conteúdo 75 cl / 750ml

Temperatura Ideal: 16ºC a 18ºC
Harmonização: Carne de Caça, Queijos, Chocolate, Frutas, Doces e Sobremesas.


sábado, 31 de maio de 2014

Guia de Classificação dos Espumantes


Simbolo de comemoração e alegria em inúmeras festividades, os espumantes são a representação líquida desses acontecimentos, Sejam eles Astis, Proseccos, Cavas ou Champagnes. Mas ao ler os rótulos verificamos o uso dos termos "Dry", "Brut", "Demi-Sec" entre outros.

Mas o que são esses termos?

São a referência de açúcar residual ( resultante da interrupção da fermentação ) na bebida.

Fica fácil entender esses conceitos com a listagem abaixo (Gramas por Litro):

- Extra Brut ou Brut Nature: de 0g a 6g/L



Cava Freixenet Brut Nature


- Brut: Abaixo de 15g/L


 Champagne Cristal Brut 



Champagne Louis Roederer Brut


- Extra Dry: de 12g a 20g/L

Freixenet Cordon Negro Extra Dry


- Dry: de 17g a 36 g/L

Henkell Halbtrocken


Demi-Sec: de 33g a 50g/L

Champagne Louis Roederer Demi-Sec

Doce: Acima de 50g/L


Asti Riccadonna D.O.C.G.


Asti Mondoro D.O.C.G.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

10 motivos para escolher Vinho Branco

Se você é daquelas pessoas que só bebe vinhos tintos, está na hora de rever seus conceitos.










Várias vezes já ouvi a frase: "Não entendo muito de vinho, mas uma coisa eu já aprendi: vinho bom é vinho tinto". A afirmação é um lamentável equívoco. O pouco prestígio que os vinhos brancos ainda gozam no brasil é um fenômeno incompreensível para a maioria dos produtores estrangeiros que visitam o País. Afinal, nosso clima é majoritariamente tropical e os peixes, frutos do mar, frutas e saladas têm papel importante em nossa culinária.
hoje a oferta de brancos importados já é grande, com qualidade, preço atraente e diversidade.      O consumidor já reconhece isso e aos poucos os caldos amarelos entram na moda, embora ainda exista muito preconceito. Esta "brancofobia" só pode ser entendida com uma análise do histórico da evolução do nosso mercado.
Nos anos 70, a mania foi o rosado português Matheus Rosé, frisante e semi-doce. Nos anos 80, dominaram os alemães e pseudo-alemães da garrafa azul, cuja intensidade do consumo foi inversamente proporcional à qualidade. Como conseqüência, associou-se qualquer vinho branco àqueles caldos açucarados intragáveis.
Atualmente estão em voga os tintos super-encorpados, super-alcoólicos, super-madeirados e, muitas vezes, também super-caros. Todavia, os verdadeiros amantes do nobre fermentado não se dividem em bebedores de vinhos tintos ou brancos. São apenas apreciadores de produtos de categoria. E ela não se exprime na cor do vinho, mas sim na qualidade intrínseca ao líquido, dentro de seu estilo.
A primazia dos tintos chegou ao extremo de motivar alguns vitivinicultores brasileiros a arrancar vinhas de castas brancas para plantar tintas no lugar. Os rubros também contribuem com cerca de 80% do volume dos vinhos de mesa importados para o brasil. Outros fatores que explicam a preferência pelos tintos são: a pouca oferta de brancos nacionais de bom nível e a associação dos tintos à saúde.
A revista ADEGA, como sempre, esclarece de maneira simples, informativa e objetiva. Elencamos dez motivos e dicas para você descobrir e melhor apreciar os vinhos brancos:

1. Clima: Na maior parte do brasil, na maior parte do ano, a temperatura pede vinhos mais refrescantes, mais leves ao palato e a digestão e servidos a temperaturas mais baixas.

2. Saúde: que nossa bebida favorita faz bem, sobretudo os tintos, sabemos. Mas isto não deveria ser um argumento para o abandono dos brancos. Não esqueçamos que o "paradoxo francês" (baixo índice de problemas causados pelo colesterol em um país de alto consumo de gorduras saturadas) vem da nação que produz os maiores brancos do mundo. quem quiser uma justificativa para se conceder o prazer dos vinhos brancos, já tem: recentemente, cientistas do departamento de anatomia humana da universidade de Milão comprovaram que substâncias contidas nos brancos reduzem a tendência a doenças como artrite reumática e osteoporose.

3. gastronomia: Na hora de harmonizar vinhos e pratos, os brancos são bem mais versáteis e combinam com uma gama muito maior de pratos. O tanino dos tintos pode ser um fator complicador, pois pode "brigar" ou se sobrepor a uma série de ingredientes e receitas, o que não acontece com os brancos. Além de saladas, frutos do mar e doces, os brancos são ideais com: aspargos, choucroute, cozinha chinesa, cozinha japonesa, cozinha tailandesa, curries, escargots, foie gras (escalope e terrine), rãs. Conforme a receita, também podem ser a melhor escolha para o risoto, pato, vitela e presunto cru, por exemplo.

4."Queijos e Vinhos" e Fondue: Na hora do seu "queijos e vinhos", os brancos também são mais versáteis, pois combinam com uma gama muito maior de queijos. Para as receitas de fondue de queijo, em geral, os vinhos brancos estruturados e com boa acidez, como o Riesling, são os mais indicados.

5. Serviço correto: Apreciar um bom branco exige um serviço correto. Taças ovaladas são importantes para valorizar os aromas do vinho, e a temperatura certa é fundamental para que ele mostre seu frescor. quem prova brancos quentes tem todo motivo para não gostar deles. Temperatura para servir: cerca de 6ºC a 8ºC os brancos doces (Sauternes, Moscato, Tokaj); de 8ºC a 10ºC os brancos suaves e alguns brancos secos (gewurztraminer, Vinho Verde, Muscadet, Vouvray, Sancerre, Orvieto, Chanin blanc); de 10ºC a 12ºC os brancos mais secos (borgonhas, Chablis, bordeauxs brancos, Jerez fino, Riesling, Soave, Verdicchio, Chardonnays e Sauvignon blancs em geral); 12ºC a 14ºC para grandes brancos secos com mais idade.

6. Bom gosto e bom senso: O "bom gosto" a que nos referimos é ter o bom senso de servir o vinho adequado a cada ocasião, a cada prato e a cada ambiente. Sabemos que ir de sobretudo à praia, por exemplo, ou dormir de smoking, ou ir de biquíni à opera no Theatro Municipal está fora do bom senso. Assim é com o vinho. Cada tipo de vinho tem seu momento, a sua hora. Para quem pede tinto sempre, independente do prato ou da ocasião, experimente um bom branco na hora certa e faça o teste.

7. estilos: Existe uma ampla gama de vinhos brancos para vários paladares e várias ocasiões. Podem ser doces, meio-doces ou secos; florais, frutados, barricados (fermentados em madeira e, portanto, com aromas de baunilha, tostados etc); leves ou encorpados. Como exemplos de brancos leves, podemos citar: Vinhos Verdes, Sauvignon blanc, Pinot grigio, Torrontés e Chablis AOC. Entre alguns mais encorpados estão: vinhos barricados (fermentados em madeira) em geral, Rieslings, Chardonnay, Alvarinhos (alguns são barricados), brancos do Rhône (Chateauneuf-du-Pape, Condrieu), Chablis grand Cru.

8. Brancos de guarda: é verdade que como regra geral brancos não envelhecem, mas existem muitas exceções. bordeaux de maior estirpe, borgonhas e Chablis 1er Cru e grand Cru, os melhores Rieslings de vários países, Sémillons australianos do hunter Valley, são brancos que podem viver mais de uma década sem problemas e lhe dar grandes alegrias na hora de apreciá-los. Os vinhos doces em geral são bastante longevos e vivem décadas.

9. A cara do Brasil: O vinho branco combina não apenas com nosso clima, mas também com o temperamento expansivo da população, o que sugere uma maior afinidade com a fragrância dos brancos do que com os tintos mais sérios e cerebrais. é um dos caminhos para o aumento de consumo desta bebida no brasil.

10. diversidade: um dos maiores encantos do vinho é sua diversidade. Normalmente, quem gosta de vinho gosta de experimentar e está sempre em busca de novos sabores. Para quem só degusta tintos, conti-nue a apreciá-los, mas dê uma chance aos brancos, pois abdicar deste estilo é abrir mão de uma grande parte da produção mundial desta bebida, de muitas descobertas e bons momentos.

                                                                                                                                                                        Fonte: Adega

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Meatzza (Pizza sem Massa) - Linha Queijos Supremo / Vinho Ruffino Chianti DOCG (Itália)



Sim, é isso mesmo que você leu. Uma pizza sem a massa, que é substituída por uma mistura de carne moída. Pode parecer estranho à primeira vista, mas esta espécie de bolo de carne fica uma delícia! Vi a Nigella fazendo na TV, segui direitinho o que ela ensinou e adorei o resultado: além de gostosa, é uma ótima alternativa para quem quer evitar os carboidratos simples no jantar.

Ingredientes

250g. de carne moída
1 ovo
2 colheres de sopa de cebola ralada ou bem picadinha
1 dente de alho amassado
1 1/2 colher de sopa de aveia em flocos finos ou de farelo de pão
1 1/2 colher de sopa de queijo parmesão ralado
Sal e pimenta do reino a vontade
Manteiga ou margarina para untar
3 colheres de sopa de molho natural de tomates

Fatias de mussarela Santa Marta, parmesão ralado Supremo, azeitonas, folhas de manjericão, orégano ou qualquer outro ingrediente de sua preferência

Modo de Preparo

Em uma tigela, misture bem a carne com o ovo, a cebola, o alho, a aveia e o queijo ralado. Tempere com sal e pimenta do reino.

Unte com um pouquinho manteiga ou margarina um refratário ou forma pequena de pizza (eu usei uma forminha com fundo removível para ficar mais fácil de servir) e cubra o fundo com a carne, apertando suavemente para que não fiquem espaços vazios. Espalhe por cima o molho de tomate e coloque os ingredientes da cobertura.

Leve ao forno pré-aquecido em 200ºC por 20 a 25 minutos até que a carne esteja completamente cozida e o queijo derretido. Sirva em seguida.

O rendimento desta receita vai depender muito do tamanho da sua forma ou refratário, o que deixa a base mais ou menos alta, e da quantidade de cobertura utilizada. A minha meatzza ficou do tamanho de um prato raso e com mais ou menos 1,5cm. de altura. Não consegui comer tudo sozinha — ela seria suficiente também para uma outra pessoa que também não comesse muito. (Para se ter uma referência, na conta de quantidades médias por pessoa, geralmente consideramos cerca de 100g. a 150g. de carne, dependendo do prato e dos acompanhamentos.)

Sugestão de Harmonização
Sommelier Sergio Mendes



Chianti DOCG

Tipo: Vinho Tinto
Região: Toscana
Composição: 90% Sangiovese, 5% Canaiolo, 5% Trebbiano Toscano e Malvasia 
Graduação Alcoólica: 12,5%
Safra: 2011
Estimativa de Guarda: 6 anos
Conteúdo: 75 cl/ 750ml

Temperatura Ideal: 17ºC a 18ºC
Harmonização: Carne Vermelha, Carnes Brancas, Carne de Caça, Massas, Pizza e Queijos


Oferecimento:



domingo, 11 de maio de 2014

Salada Vermelha com Molho de Mostarda Balsâmica - Adriano Ramos Pinto (Portugal)

                                                                                                                     Salade rouge à la moutarde balsamique Sauce
                                   
Ingredientes

250 gr de morangos fatiados
250 gr de uvas vermelhas fatiadas
1 cebola roxa picado
1 tomate picado
1 pimentão amarelo picado
1/2 abacaxi picado
1/4 xícara de coentro picado
1 colher de chá de sal
1 colher de chá de mel
1 colher de sopa de mostarda
3 colheres de sopa de vinagre balsâmico
5 colheres de sopa de azeite

Modo de Preparo

Misture o vinagre com o mel, a mostarda e o sal. 
Adicione o azeite e misture bem. 
Combine o restante dos ingredientes e regue com o molho. 
Sirva em seguida

RENDIMENTO DE  3 A 4 PORÇÕES
TEMPO DE PREPARO 6 MINUTOS


Sugestão de Harmonização
Sommelier Sergio Mendes



Porto Ruby

Tipo: Vinho do Porto
Descrição: Tinto doce
Região: Porto(Douro)
Composição: Touriga Franca e Tinta Barroca
Graduação Alcoólica: 19,5%
Estimativa de Guarda: 15 anos
Conteúdo: 75cl / 750ml

Temperatura Ideal: 16ºC a 18ºC
Harmonização: Carne de Caça, Foie Gras, Queijos, Frutas, Doces e Sobremesas


Oferecimento: 


segunda-feira, 5 de maio de 2014

Creme de palmito e mortadela no pão italiano - Linha Frigorífico Ceratti / Dolcetto d'asti "Gaiano" (Itália)

                                                                                                  Crème de palme et de Bologne à l'intérieur du pain italien

Ingredientes

1 1/2 colher (sopa) de manteiga;
3 colheres (sopa) de farianha de trigo;
1/4 de xícara da água da conserva do palmito;
1/2 xícara de leite;
1/2 xícara de creme de leite light;
1/2 colher (chá) de sal;
1 pitada de pimenta-do-reino;
2 xícaras de palmito em conserva picado;
1 xícara de ervilha congelada;
1 xícara de mortadela com pistache Ceratti em cubinhos;
4 a 6 pães italianos redondos;
Queijo parmesão ralado para gratinar


Modo de Preparo

Aqueça a manteiga numa panela, junte a farinha de trigo e mexa vigorosamente durante 1 minuto até obter uma mistura homogênea e borbulhante. Retire do fogo e misture, aos poucos, a água do palmito, o leite e o creme de leite. Tempere com sal e pimenta-do-reino. Leve de volta ao fogo moderado, mexendo sempre. Quando começar a engrossar, adicione o palmito, a ervilha e a mortadela. Deixe ferver e retire do fogo. Reserve.

Abra uma tampa em cada pão e retire o miolo, pincelando o interior com um pouco de manteiga derretida. Leve os pães sem as tampas ao forno médio (180°C), preaquecido, até ficarem  ligeiramente crocantes. Distribua o creme de palmito bem quente dentro dos pães e polvilhe com queijo parmesão.Leve ao forno quente (200°C) para gratinar, com as tampas dos pães em separado. Cubra cada pão com sua tampa. Sirva imediatamente.


RENDIMENTO DE 4 A 6 PORÇÕES. 

Sugestão de Harmonização
Sommelier Sergio Mendes


Dolcetto d'asti "gaiano"

Tipo: Vinho Tinto
Região: Piemonte
Composição: 100% Dolcetto
Graduação Alcoólica: 12,5%
Safra: 2011
Estimativa de Guarda: 5 anos
Conteúdo: 75 cl / 750ml

Temperatura Ideal: 16ºC a 18ºC
Harmonização: Carnes Vermelhas, Carnes Brancas, Embutidos e Queijos

Oferecimento:






quinta-feira, 1 de maio de 2014

Tábua de Queijos - Linha Queijos Supremo/ Vinhos do Chile (Chile)



Com a queda da temperatura, uma boa tábua de queijos pode cair muito bem, principalmente com um um bom vinho A dica é selecionar cinco ou seis tipos, preferindo sempre aqueles que agradam a maioria dos convidados, e calcular 150 gramas por pessoa. Pães neutros, frutas frescas e secas também são ótimos acompanhamentos. Para apreciar uma boa degustação, os participantes devem iniciar pelos queijos de sabor mais suave e deixar por último os mais fortes. É bom retirá-los da geladeira 30 minutos antes de servir para que adquiram sua textura e sabor original.
Pequenos pratos acompanhados de garfo e faca tornarão sua degustação ainda mais sofisticada. É recomendado colocá-los em pequenas tábuas separadas. Os queijos escolhidos devem ficar dispostos em tábuas (sem a embalagem original) ou então em uma só tábua e separados conforme a sua classificação.

Sujestão de Harmonização
Sommelier Sergio Mendes



PKNT Pinot Noir


Tipo: Vinho Tinto
Região: Central Valley
Composição: 100% Pinot Noir
Graduação Alcoólica: 12,7%
Safra: 2011
Estimativa de Guarda: 7 anos
Conteúdo: 75 cl / 750ml 

Temperatura Ideal: 15ºC a 18ºC
Harmonização: Carnes Vermelhas, Carnes Brancas, Carne de Caça, e Quijos 


Queijos suaves de massa macia: Estepe, Esférico, Gouda Supremo
Queijos tipo suíços: GruyèreEmmenthal Supremo


PKNT Sauvignon Blanc


Tipo: Vinho Branco
Região: Central Valley
Composição: 100% Souvignon Blanc
Graduação Alcoólica: 13%
Safra: 2012
Estimativa de Guarda: 5 anos
Conteúdo: 75 cl / 750ml 

Temperatura Ideal: 10ºC a 12ºC
Harmonização: Carnes Brancas, Frutos do Mar, e Quijos 


Queijos de mofo branco: Camembert ou Brie


Erasmo


Tipo: Vinho Tinto
Região: Maule Valley
Composição: Cabernet Souvignon, Merlot, Cabernet Franc
Graduação Alcoólica: 14,5%
Safra: 2006, 2007 e 2009
Estimativa de Guarda: 15 anos
Conteúdo: 75 cl / 750ml 

Temperatura Ideal: 18ºC
Harmonização: Carnes Vermelhas, Massas, e Quijos 


Queijo de massa filada: Provolone Buritis
Queijos duros, de sabor mais picante: Parmesão Buritis


Erasmo Late Harvest Torontel


Tipo: Vinho de Sobremesa
Região: Maule Valley
Composição: 100% Torontes
Graduação Alcoólica: 12,1%
Safra: 2009
Estimativa de Guarda: 8 anos
Conteúdo: 37,5 cl / 375ml 

Temperatura Ideal: 8ºC a 12ºC
Harmonização: Foie Gras, Frutas Secas, Quijo Azul, Doces e Sobremesas.


Queijos de mofo azul: Gorgonzola, Roquefort


OFERECIMENTO: 

Queijos Supremo - Laticínio Buritis